Jovem só com um braço que joga beisebol inspira América
Um jovem de 14 anos que nasceu só com um braço é a estrela do seu time de beisebol e tornou-se uma inspiração para os americanos.
Coleman Shannon, de Johnsonville, na Carolina do Sul, nasceu com uma rara condição médica conhecida como Amelia, que consiste na ausência de um ou mais membros.

Coleman nunca encarou a sua situação como uma deficiência, tendo mesmo rejeitado usar uma prótese quando tinha apenas dois anos de idade.
Agora, o jovem é a estrela de seu time na liga regional e serve de inspiração a toda uma nação.
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Brasileiro impulsiona corrida, mas não evita derrota dos Blue Jays para os Rays
Jogando pela segunda vez consecutiva como titular na primeira base do Toronto Blue Jays, o brasileiro Yan Gomes teve uma atuação mediana nesta quarta-feira e não evitou a derrota do seu time fora de casa para o Tampa Bay Rays por 5 a 4, na prorrogação.
Yan Gomes teve três chances no bastão e impulsionou uma corrida, sua quinta na temporada, em uma rebatida de sacrifício. O brasileiro de 24 anos também foi eliminado uma vez por strikeout.
Os Rays venciam por 4 a 2 até a oitava entrada, quando os Blue Jays conseguiram empatar e na sequência levaram a partida para entradas extras. No 11º inning, B.J. Upton conseguiu uma rebatida dupla que impulsionou a corrida da vitória do Tampa Bay.
Com este resultado, o Tampa Bay Rays segue na vice-liderança da divisão leste da Liga Americana com 27 vitórias e 18 derrotas, um jogo atrás do Baltimore Orioles. Já o Toronto Blue Jays (24-21) está em terceiro na mesma divisão.
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ESPN BRASIL
Se acostumando com vida de ‘celebridade’, brasileiro sonha em ser embaixador do beisebol
Na última semana, Yan Gomes fez história no esporte brasileiro. Aos 24 anos, ele se tornou o primeiro de seu país a atuar na Major League Baseball (liga norte-americana de beisebol profissional). Após ser pioneiro em um esporte longe de ser popular no seu país de origem, o atleta do Toronto Blue Jays contou ao comentarista dos canais ESPN Paulo Antunes como foi ter conseguido duas rebatidas logo em sua partida de estreia na MLB.
“Deu até vontade de chorar. Essa bolinha vai ficar no meu coração, a primeira rebatida”, afirmou Gomes, que fez sua estreia contra o time mais popular da MLB: o New York Yankees. “Crescendo no Brasil, muitas pessoas não sabem de todos os times da Liga, mas todos sabem do New York Yankees, que é o time da Major League”, completou.
Depois de números impressionantes nas ligas menores, Yan Gomes foi chamado para o time principal dos Blue Jays na última semana devido ao momento ruim que o primeira base Adam Lind, titular, enfrentava. O brasileiro contou como foi a hora em que recebeu a notícia que faria sua estreia na MLB.

“Aquele telefonema foi um sonho. Eu posso sonhar e nunca pensei que isso ia acontecer. Foi uma hora de emoção. A gente estava em um dia livre em Las Vegas porque eu tinha acabado de chegar de New Orleans. Eu e minha namorada estávamos no cinema. Eu sabia que alguma coisa ia acontecer, mas o dia inteiro passou, e nada. Aí eu fui para o cinema e eu fui checar a hora e tinham duas chamadas que eu tinha perdido do nosso técnico de Las Vegas. Aí eu saí do cinema e ele me falou, ‘Yan, eu sei que você está esperando esse telefonema há muito tempo, mas arruma as malas porque você está indo para a MLB’”, relembra o brasileiro nascido em São Paulo, que se revelou tímido com o pequeno, mas já presente, assédio dos fãs.
“É meio estranho. Eu não sou um cara que gosta muito de atenção. Gosto bastante de ficar na minha. Dois dias atrás, a gente teve um jogo cedo e eu e minha mulher fomos num restaurante comer. Eu vi alguns caras que estavam depois do jogo olhando. Deu meio um choque. E ela me falou: ‘Olha, o cara ali está olhando para você’”.
Por ter sido o primeiro brasileiro a jogar na MLB, Yan Gomes revelou que pretende fazer com que seu esporte, pouco conhecido em seu país de origem, cresça. “Eu desejo que agora seria uma boa chance das pessoas no Brasil realizarem que muita gente tem chance de jogar. Olha os atletas que tem jogando futebol, até na NBA. A gente tem os melhores atletas do mundo. Se o beisebol crescer, a gente pode ter muitos jogando beisebol no Brasil”.
Apesar de querer ser uma espécie de embaixador do beisebol no Brasil, Gomes admitiu que o esporte é lento, porém não chato como muitos pensam. ”Nao vou mentir, assistir é lento. A ação é só quando a bola está no jogo. O negócio é que é um jogo super mental. Você tem que sempre estar com a cabeça certa. Chato não é”.
Yan Gomes mora há 12 anos fora do Brasil e só visitou seu país de origem duas vezes desde então. Mesmo assim, o paulista disse que pretende comprar uma casa no seu país de origem e voltar em breve. “Eu queria voltar agora. Eu tenho bastante família no Brasil ainda. E tentar crescer o beisebol no Brasil. Minha mulher é daqui, mas eu queria ter uma casa no Brasil”.
YAN GOMES NA MLB
Jogos como titular: 4
Oportunidades no bastão: 10
Home runs: 1
Corridas impulsionadas: 3
Strikeouts: 3
ESPN BRASIL
Após fazer história na MLB, brasileiro ‘durão’ é elogiado por técnico do Toronto Blue Jays

“Foi um encontro casual entre o pai de Yan Gomes e um treinador de beisebol cubano em um supermercado em São Paulo, Brasil, há quase 20 anos, que levou o mais novo Blue Jay a seu caminho improvável até a Major League Baseball”. Foi dessa forma que o jornal ‘Toronto Star’ começou a reportagem sobre Yan Gomes, em sua edição desta sexta-feira.
Na última quinta, o terceira base (que também joga de catcher e primeira fase) se tornou o primeiro brasileiro a jogar pela MLB, e com uma atuação respeitável: das três vezes em que foi para o bastão, levou um strikeout, mas conseguiu duas boas rebatidas e ajudou o Toronto Blue Jays a derrotar o tradicionalíssimo New York Yankees por 5 a 1.
“Crescendo no Brasil, você nunca pensaria que isso poderia acontecer… Parece que tudo acontecido muito rápido. Estou realmente orgulhoso, é uma honra absoluta representar meu país”, afirmou Yan Gomes, após a partida. “E crescendo no Brasil, os Yankees são um dos poucos times que você conhece, e por isso agora este é um tipo de sonho maluco.”
“Foi um dia muito longo. Está finalmente entrando na minha cabeça que eu fiz minha estreia na Major League. Foi um dia incrível”, continuou o jogador de beisebol brasileiro.
Yan Gomes se mudou ainda adolescente para os Estados Unidos, onde fez faculdade e continuou a jogar o beisebol, esporte que praticava desde criança no Brasil. Ele foi selecionado no draft da MLB em 2009 pelos Blue Jays e teve destaque nas ligas menores na atual temporada.
E o técnico do Toronto, John Farrell, não poupou elogios ao brasileiro. “Ele é um jogador durão. Eu diria que ele é um tipo de trabalhador que nunca teve nada dado”, afirmou. “Sua ascensão à Major League foi claramente um prêmio de sua parte. Ele foi muito bem, é um produto de nosso sistema de desenvolvimento”, continuou o treinador.
Agora, Yan Gomes espera ter mais oportunidades no line up principal do time de Toronto. “A maior preocupação é permanecer com meu jogo. Eu não quero tentar fazer nada que eu não saiba como fazer, por isso tenho que ir ao campo e jogar da mesma maneira”, falou o brasileiro.
ESPN BRASIL
Beisebol no Paraná
E assim que eu inicio mais esse artigo, e espero que os textos, fotos e tudo mais, possam ajudá-los a entenderem a realidade do beisebol brasileiro. Obrigado!
História

No Paraná a história também não poderia ser diferente. O beisebol foi trazido para o estado pelos primeiros imigrantes japoneses que ali fixaram moradia, primeiramente eles se concentraram nos municípios ao norte do estado: Guapirama, Assai, Maringá, Curitiba e Londrina, sendo posteriormente espalhado para os demais municípios do estado. Sendo que Cambará foi à primeira cidade a receber os primeiros colonos japoneses no estado.
Mas foi em 1933 nas Cidades de Cornélio Procópio (colônia central) e Londrina, que tivemos o registro dos primeiros times de beisebol fundados no estado.
Em 1948, com vista de dirigir as atividades esportivas da região, foi fundada a Liga Desportiva Norte Paranaense, enquanto que no sul do estado era fundada a Associação Esportiva Nipo-Brasileira, que mais tarde passou a se denominar Associação Curitibana de Beisebol e Softbol.
Mas só em 1954 foi realizado o primeiro campeonato oficial de Curitiba. E em 1965 foi fundada a Federação Paranaense de Beisebol e Softbol. Nessa mesma época, surgiram vários estádios de beisebol no Brasil. Em Curitiba, por exemplo, o Estádio Municipal de Beisebol foi inaugurado em 1978.
Atualmente há uma iniciativa importante por parte da prefeitura de Curitiba, para promover a inclusão social para meninos e meninas carentes através do esporte na capital paranaense. É o Projeto Piá do Beisebol, que também atinge a Cidade de Londrina, sendo essa organizada pela Fundação de Esporte de lá.
O norte do Paraná se destaca até hoje na modalidade, graças à Associação Cultural e Esportiva de Londrina (ACEL), que mantêm times de beisebol.
Outro fator importante que muito contribuiu para a disseminação do beisebol nesses municípios era que muitas cidades interioranas onde esses imigrantes se radicaram tinham seu clube e suas categorias, o que caracterizou o auge do esporte nos anos 90. Como herança disso, a cidade de Londrina (PR), possui um dos maiores estádios brasileiros da modalidade, Estádio Takeshi Sugeta. Já Ibiúna, no interior de São Paulo, concentra o maior centro de treinamento.
Hoje o beisebol está bastante enraizado dentro do estado paranaense, e se no começo o esporte era praticado em sua maioria nos municípios ao norte, hoje quase todos os municípios tem ele como principal modalidade esportiva.
A foto acima é de um jogo realizado no Estádio Takeshi Sugeta, Londrina.
Como eu falei acima, o Estádio Takeshi Sugeta é um dos principais estádios não só do estado paranaense como um dos principais estádios do Brasil. Esse estádio que fica na Cidade de Londrina pode receber até 5000 espectadores.
Mas o Estado do Paraná também possui outros estádios de respeito, como o Estádio Municipal Iguaçu de Beisebol, que fica na Cidade de Curitiba e recebeu uma grande reforma nos últimos tempos em comemoração o Centenário da Imigração Japonesa ao Brasil.
A reforma foi feita pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente, que recuperou todas as instalações do estádio. Foi trocada toda a cobertura da arquibancada do estádio, foram reformados os vestiários e o campo de jogo. O estádio tem 67 mil metros quadrados e também está adaptado ao Softbol.
Outra praça para a prática do beisebol de respeito dentro do Estado do Paraná é o Campo Municipal de Beisebol de Guapirama. Guapirama possui o único campo de beisebol do Norte Pioneiro do Paraná, e um dos poucos em todo o estado. Apesar de possuir o campo, o município não possui um time oficial praticante do esporte. É administrado pela Colônia Japonesa do município e recebe anualmente campeonatos que contam com a presença de diversas celebridades estaduais e nacionais do esporte.
Além desses, o Estado do Paraná conta com inúmeras outras pracas para a prática tanto do beisebol como do softbol espalhadas por todo o estado chegando ao total de 20, só perdendo para o Estado de São Paulo que possui 50 lugares apropriados para a prática do esporte, sendo esse o estado que mais possui campos de beisebol no pais. São alguma delas: ACE Arapongas, Nikkey Curitiba, ACE Maringá, Rolândia, Umuarama, Uraí, Curitiba Paraná – Clube – Quatro Barras.
Times

Sendo assim, com tantos campos e estádios o Estado do Paraná não poderia ficar atrás em número de times. Assim como em São Paulo, o estado conta com uma forte infra-estrutura tanto nos times adultos como nos times infanto-juvenis, isso se reflete nos inúmeros títulos conquistados pelas várias equipes que representam o estado em competições organizadas pela CBBS durante todo o ano. Quase todos os times possuem equipes em todas as categorias, o que engrandece muito o futuro das instituições esportivas e a perpetuação da prática do beisebol no estado.
Não dá para divulgar todos os times do estado já que são muitos, mas eu tentarei publicar pelo menos alguns que tem de se destacar pela história que possuem dentro do beisebol no estado. São eles: Assai, Nikkey Curitiba, Maringá, Londrina, Nikkey Santo Amaro, Paraná, Lapwings, Sul Brasil etc. Desculpa por aqueles que eu não falei, mas isso é um ótimo retrato de eficiência e competência esportiva que faz com que o beisebol no Paraná cresça continuamente.
De “junky” a “super-herói”, Josh Hamilton impressiona

Quantas vezes que você já ouviu a história de um super atleta que tinha tudo pra ser um dos melhores de todos os tempos mas ficou pelo caminho por causa das drogas? Agora, quantas vezes que você escutou histórias de jogadores que chegaram ao fundo do poço e voltaram com tudo? É raro.
Josh Hamilton do Texas Rangers foi o primeiro jogador selecionado no draft de 1999. Ele era a próxima grande promessa do beisebol. Infelizmente, o caminho das drogas o levou ao lugar mais baixo possível. Contos de Hamilton perdido em trailers infestados de ratos tomando crack não são incomuns. Histórias de Hamilton tentando se matar para acabar com o sofrimento e acordando em lugares estranhos sem saber como chegou lá são verídicas.
Hamilton não jogou beisebol de 2003 a 2005. Ele finalmente conseguiu se livrar das drogas em 2005. O jogador fala que um sonho o inspirou a tomar um novo rumo em sua vida. Segundo Hamilton, ele estava com um bastão na mão batendo no “diabo”, que caía e levantava enquanto Hamilton não parava de bater. Era inútil continuar batendo e foi nesse sonho que Hamilton percebeu que precisava da ajuda de Deus para superar seus problemas. Foi uma epifania que mudou a vida dele.
Demorou 8 anos para Hamilton estrear na MLB depois da data que foi draftado. Hamilton sofreu com dois relapsos desde que se livrou das drogas em 2005. Isso aconteceu em 2009 e em fevereiro desde 2012. Ambos incidentes envolveram somente álcool e, graças a Deus, o vicio não voltou. Como ele já foi suspenso por uso de substâncias ilegais, Hamilton é obrigado a passar pelo programa anti-doping da liga semanalmente. Desde fevereiro ele passou em todos os testes. E isso é uma ótima noticia para o Texas Rangers, que vê seu melhor jogador dominando a liga dentro de campo.
Sempre quando eu vejo Hamilton, durante uma transmissão lembro dos problemas que ele conseguiu superar pra chegar até a MLB. Torço muito por ele e sempre admirei seu talento. O que ele tem feito ultimamente em campo, não lembro de jamais ter visto. De “junky” para “super-herói” O MVP da temporada de 2010 está vivendo sua melhor fase na Major League Baseball.
Nesse momento, Hamilton é disparado o melhor jogador da MLB e lidera a liga em aproveitamento no bastão, home runs, e corridas impulsionadas. Hamilton tem 18 home uns, os Padres tem 13. Os Cubs e Twins tem 19. Josh Hamilton bateu 9 home runs e impulsionou 15 corridas na última semana. O Anaheim Angels, rival dos Rangers, teve 4 home runs e 18 corridas impulsionadas no mesmo período. Se Hamilton bater um home run hoje, ele igualará um recorde da MLB com 10 home runs num período de 7 jogos. Além disso, ele se tornará o PRIMEIRO jogador da história a bater pelo menos 19 home runs nos 35 primeiros jogos de uma temporada. Só pra você ter uma ideia, 85% dos jogadores da MLB adorariam terminar uma temporada INTEIRA com 19 home runs.
É lindo ver uma pessoa que sofreu tanto com vícios dando a volta por cima de uma forma mais do que espetacular. Vamos ver se Josh Hamilton mete mais uma bolinha para o outro lado do muro hoje a noite.
Você pode ver Angels x Rangers as 21h com transmissão exclusiva dos canais ESPN e ESPN HD.
Go Josh!
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Convocação Seleção Brasileira de Beisebol Júnior 15U – Torneio Mundial MCYSA
TORNEIO MUNDIAL MCYSA 15U 2012
Atletas convocados para a Seleção Brasileira 15U
O Departamento Técnico da CBBS convoca os seguintes atletas para integrarem a Seleção Brasileira de Beisebol 15U que irá disputar o Torneio Mundial MCYSA 15U 2012 que será realizado no período de 27 de julho a 05 de agosto de 2012 em Crystal Lake, EUA.
Os atletas deverão se apresentar no dia 12/05/2012 (sábado) às 07:00 horas no CT da Yakult em Ibiúna para o primeiro treino, trazendo material de treinamento (bats, material de catcher, etc), roupa de cama, etc.
Convocamos os pais ou responsáveis para a reunião (programação de treinamentos, viagem, documentos, custos, etc), trazendo passaporte, 3 fotos 3×4 fundo branco e 2 cópias do RG autenticados.
Atletas convocados:
1- Carlos Kazuo Omai Lima
2- Cássio Akira Tamura
3- Daniel Ryuske Missaki
4- Diogo Kenji Furukawa
5- Felipe Kenji Nomura Yamate
6- Felipe Seizo Ioshitake Shidomi
7- Gustavo do Carmo Kamitani
8- Igor Yuuki Tardin Nakayama Matsuyama
9- Leo Eiti Haneda
10- Luan Oliveira da Silva
11- Lucas Kendi Nagano
12- Lucas Tsukamoto Gulmini
13- Luís Gustavo Paz
14- Luiz Henrique Gohara
15- Marcelo Yuuta Matsumoto
16- Nelson Yasuiti Hashizume Júnior
17- Renato Keith Yokoyama
18- Tsutomu Saraiva Kaduoka
19- Victor Kenichi Morizawa
20- Keyne Kenji Kitayama
Fábio Takara – Técnico
Fábio Otsuki – Téc. Auxiliar
Ricardo Iguchi
Departamento Técnico CBBS
Circular 27-12 www.cbbs.com.br/
Arremessador dos Phillies é suspenso por 5 jogos por acertar bola em adversário
A MLB, a liga norte-americana de beisebol, suspendeu por cinco jogos o arremessador Cole Hamels, do Philadelphia Phillies, em decisão anunciada nesta segunda-feira. O atleta fo punido por ter acertado de forma proposital uma bola no novato Bryce Harper, do Washington National, em duelo no domingo.
Hamels também recebeu uma multa, que não teve o valor divulgado. A suspensão começa a valer desde agora, e o pitcher dos Phillies não deve recorrer.
Após a partida deste domingo, Cole Hamels, de 28 anos, admitiu que teve a intenção de acertar a bola nas costas de Harper, um novato de 19 anos, primeira escolha no draft de 2010 e que está em sua segunda temporada completa na MLB.
“Foi apenas um ‘bem-vindo’ às grandes ligas. É algo que eu cresci assistindo, foi o que aconteceu, então eu estou apenas tentando con tinuar com o velho beisebol”, justificou Hamels.
Depois de ter acertado Harper, Hamels também foi atingido em um arremesso de Jordan Zimmermann, dos Capitals, que depois garantiu que não devolveu a bolada de forma proposital.

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Jogador dos Rangers é o 16º a conseguir bater quatro home runs em uma partida
Josh Hamilton se tornou o 16º jogador da história da Major League Baseball (MLB) a conseguir bater quatro home runs em uma partida. O feito aconteceu na vitória de sua equipe, o Texas Rangers, sobre o Baltimore Orioles, na última terça-feira, por 10 a 3.
Hamilton, de 30 anos, impulsionou oito corridas com as quatro rebatidas perfeitas: além dele, Elvis Andrus também marcou quatro pontos para o time do Texas. A última vez que um jogador havia feito tal partida foi em 2003, com Carlos Delgado pelo Toronto Blue Jays.
Josh Hamilton lidera as estatísticas da MLB nesta temporada em rebatidas (36) e home runs (14).

Os quatro home runs de Josh Hamilton foram feitos em cima dos arremessadores de Baltimore Jake Arrieta (primeira e terceira entradas), Zach Phillips (sétima) e Darren O’Day (oitava).
Esta é a primeira vez que um rebatedor dos Rangers alcança o feito; já os Orioles foram vítimas de quatro home runs pela segunda na história: em 1959, Rocky Colavito o fez pelo Cleveland Indians.
O Texas Rangers tem a melhor campanha da MLB com 20 vitórias e 10 derrotas, enquanto o Baltimore Orioles é o primeiro colocado da conferência Central da Liga Americana.
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Muito emocionado, Rivera diz não saber se voltará a jogar: ‘Dor é mais mental do que física agora’
Há 18 anos defendendo o New York Yankees, Mariano Rivera, um dos maiores fechadores da história da MLB, a liga profissional de beisebol norte-americana, sofreu uma lesão séria no joelho direito durante aquecimento para o jogo de quinta-feira. Ele rompeu o ligamento cruzado e o menisco, deve perder a temporada e pode até encerrar a carreira. Muito emocionado, o próprio panamenho declarou que não sabe se poderá a voltar a jogar neste momento de sua vida – ele tem 42 anos.
“Neste momento, eu não sei. Neste momento, eu não sei. Preciso encarar isso primeiro. Tudo depende de como a reabilitação vai acontecer, e a partir de então, nós veremos”, falou Rivera, que não escondeu as lágrimas e ficou um bom tempo sem falar com os jornalistas.

Questionado sobre a dor que sentia, Rivera afirmou: “É mais mental do que físico agora. Eu decepcionei o time. Mas se tem que ser assim, ao menos aconteceu quando eu estava fazendo o que eu amo”. A lesão do veterano atleta aconteceu quando ele foi buscar uma bola rebatida no canto do campo em Kansas, algo que faz rotineiramente para manter a forma. Ao pular para pegá-la, torceu o joelho direito e logo gritou de dor.
“Eu não consegui pular e torci meu joelho. Ligamento cruzado. Rompido. Quebrado. Menisco também”, falou. “Pensei que não fora tão ruim. Digo, eu estava andando um pouquinho. Mas, uh, rompeu. Eu tenho que entender isso”, divagou o arremessador que foi eleito 12 vezes para o All-Star Game e possui cinco títulos da MLB (1996, 1998, 1999, 2000, 2009).
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